CPTM apresenta projetos para construção de nova passarela
Foto: Ricardo Bittner
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) apresentou na tarde de hoje (14) ao prefeito Rodrigo Ashiuchi (PR) dois projetos para a construção de uma segunda passarela na estação de Suzano. O vereador José Silva de Oliveira (PMDB), o Zé Lagoa, participou da reunião que tratou desta reivindicação dos comerciantes da rua Benjamin Constant e do Parque Maria Helena, já que, com a demolição da antiga passagem, o comércio dessa região registrou queda de 70% nas vendas. O encontro contou ainda com a presença do secretário de Planejamento Urbano e Habitação, Elvis José Vieira, e de uma representante do deputado estadual Estevam Galvão de Oliveira (DEM).
No entanto, ao apresentar o projeto ao prefeito, o diretor de Planejamento e Projetos da CPTM, José Augusto Rodrigues Bissacot, revelou que para a construção da passarela haverá a necessidade de desapropriar vários estabelecimentos comerciais na área.
Bissacot explicou que o projeto que prevê a instalação de um elevador é o que desapropriaria menos pontos comerciais. O custo total de desapropriação para isso seria em torno de R$ 5 milhões. Este total entraria como responsabilidade da prefeitura, assim como a manutenção do elevador. A CPTM ficaria com o custo do projeto e da construção.
Ashiuchi disse que em até dois meses a administração municipal deverá decidir o que será feito, já que, além do alto custo das desapropriações, a própria construção poderá retirar do local os comerciantes que estão pleiteando melhorias. Outro fator que pode barrar a obra é que, caso ela seja feita, impedirá que a prefeitura faça um corredor de ônibus na Prudente de Moraes, pois há a necessidade de aumentar a via.
Conjunto
O prefeito de Suzano garantiu que esta decisão será feita em conjunto com a Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Suzano, os comerciantes da região e com o apoio da Câmara. O parlamentar Zé Lagoa se colocou à disposição para se reunir com os proprietários dos comércios para explicar a situação. “Temos que estudar a melhor maneira para resolver isso. Os comerciantes não podem ser ainda mais prejudicados. Eles precisam de solução e não de mais um problema”, opinou o vereador.





