Vigilância Sanitária presta contas na Câmara de Suzano
Descrição da imagem #PraCegoVer: de pé, à esquerda da foto, vereador Rogerio Castilho fala ao microfone. Ao lado dele, sentado, está a diretora de Vigilância Sanitária, Carmem Lúcia Lorente.
Foto: Wanderley Costa
A Vigilância Sanitária prestou contas ontem (17) em uma audiência pública na Câmara de Suzano. A atividade foi comandada pelo presidente da Comissão Permanente de Saúde da Câmara de Suzano, Rogerio Castilho (PSB) e contou com as presenças dos parlamentares Artur Takayama (PL); Givaldo Freitas dos Santos (PL), o Baiano da Saúde; Jaime Siunte (Avante); Josias Ferreira Silva (PCdoB), o Josias Mineiro; Leandro Alves de Faria (PL), o Leandrinho; Marcel Pereira da Silva (PRD), o Marcel da ONG; e Marcos Antonio dos Santos (PRD), o Maizena.
A apresentação foi feita pela diretora de Vigilância Sanitária, Carmen Lúcia Lorente, que com o auxílio das autoridades sanitárias do município Letícia Jungers e Rita de Cássia Oliveira, explicou a atuação do setor e apresentou dados aos vereadores. O vídeo completo da audiência está disponível no Youtube da TV Câmara Suzano: https://www.youtube.com/watch?v=JM35zzE5GzM.
O vereador Artur Takayama questionou, durante a audiência, sobre a influenza aviária. “Me chamou a atenção reportagem de que São Paulo registrou o primeiro caso de influenza aviária, em Diadema. A Vigilância Sanitária ou Zoonoses tem algo para nos orientar?”, questionou. A diretora de Vigilância em Saúde, Maria Cristina Perin, respondeu que a Vigilância Epidemiológica do município está atenta e faz o monitoramento diariamente.
Já o parlamentar Leandrinho destacou o fato de ser a primeira vez de haver uma audiência pública somente da Vigilância Sanitária, já que é uma área com muitas demandas dentro da Secretaria de Saúde. Ele questionou sobre os estabelecimentos em licenciamento sanitário no município e os autos de infração. Foi explicado que as licenças são renovadas anualmente. Em relação aos autos de infração, Carmen disse que há sempre a orientação. “Não queremos ser vistos como punitivos, mas como orientativos”, afirmou.





